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Army of Two: The 40th Day |
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Com o advento das redes on-line, os jogos de ação da nova geração trouxeram a tendência de não trazer mais a opção de “split screen”, ou “tela dividida”, em que os jogadores percorriam pelo jogo juntos, cada um em metade da tela. Apenas poucas empresas continuaram investindo na opção, entre elas a Eletronic Arts, que trouxe com Army of Two um novo olhar sobre jogos cooperativos, tanto on-line, quanto em tela dividida. Mesmo com alguns problemas técnicos, a série se consolidou como uma das melhores já lançadas para o PS3. Agora, na continuação da saga, alguns problemas permanecem, mas quem gosta de doses maciças de ação definitivamente não tem do que reclamar.
História?
A história de Army of Two: The 40th Day só pode ser entendida no final do game. Ao começar uma partida, o jogador se sentirá entrando em um filme, com créditos aparecendo pela tela e ótimas cenas de destruição. Logo de cara, a cidade de Xangai aparece sendo destruída de todas as formas, com prédios caindo e explodindo. Sem ter a mínima ideia do que está acontecendo, o jogador é jogado no meio desse inferno e tem que sobreviver a ele. Embora essa possa ser uma opção da EA, não dar uma introdução mais completa para o game deixa o jogador “ a ver navios”, jogado em um mar de balas e sem saber o que está fazendo. Porém, tem que se dar o braço a torcer pela ação desenfreada. Para quem gosta desse estilo de jogo, é um prato cheio. Um dos grandes problemas da série está na câmera. De tão perto que fica do personagem (talvez para a produtora mostrar mais detalhadamente as feições da dupla), fica difícil enxergar o cenário por completo, o que muitas vezes deixa o jogador perdido. Os controles são pouco amigáveis para os novatos, a introdução no começo da primeira fase não ajuda muito, mas quem já encarou o primeiro jogo se sentirá em casa. A cooperação ainda é o foco principal da aventura. Tanto na pele de Salem quanto de Rios (protagonistas da aventura), a missão primária das fases é dar suporte para o seu parceiro, seja na hora de abrir portas, subir em plataformas altas ou até salvá-lo da morte. O sistema Aggro ajuda muito nesse ponto, pois mostra qual dos dois soldados está no campo de visão dos inimigos, o que possibilita ao parceiro que manobre pelos flancos para pegá-los desprevenidos. |
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Battlefield: Bad Company 2 |
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Com a chegada da franquia Battlefield aos consoles da nova geração, com Bad Company, ficou claro que uma continuação seria quase obrigatória. Mais uma vez, a série de jogos de destruição (Sim, destruição, uma vez que em Bad Company quase tudo no cenário podia ser demolido) chega ao PS3, trazendo ainda mais veículos e todo tipo de armamento pesado que se pode imaginar, para mais uma vez não deixar pedra sobre pedra nos cenários.
Mais linear
Pelo que foi divulgado até o momento, as missões de Bad Company 2 serão muito mais lineares do que no primeiro título, em que se tinha até uma certa liberdade para exploração. Essa não será exatamente uma mudança ruim, pois a história tende a ser mais impressionante se seguir um pequeno roteiro. As opções de intercalar episódios com boas cenas cinematográficas deixariam o jogo com um ritmo mais legal. Os gráficos também receberão melhorias. Alias, grande melhorias. A nova engine que cuidará dos visuais aumentará a distância de cenário que é construída, isto é, quando o jogador avançar rapidamente pela fase, não encontrará pedaços do cenário sendo construídos “de ultima hora”. Apesar da conhecida possibilidade de se arrasar o cenário completamente, em demos disponibilizadas pela produtora foi possível perceber algumas coisas pouco verossímeis, como a possibilidade de permanecer vivo depois de uma parede à sua frente ser destroçada pro uma bazuca. |
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BAYONETTA |
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Os criadores de Devil May Cry apresentam uma versão melhorada de um dos maiores clássicos dos jogos de ação |
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Quem é fã de jogos de ação terá motivos de sobra para comemorar. Bayonetta é o mais novo sucesso dos criadores de Dante, o famoso caçador de monstros da clássica série Devil May Cry. Distribuído pela Sega, Bayonetta é uma aventura sem limites, literalmente. No controle de uma sensual bruxa chamada Bayonetta, o jogador terá acesso a combos mortais, golpes incríveis e transformações pra lá de malucas. Os controles são muito parecidos com jogos como Devil May Cry e God of War, com sistemas de combos muito semelhantes, mas o que difere Bayonetta de seus concorrentes é a maneira com a qual a PlatinumGames conseguiu fazer o jogo: os gráficos são lindos e, mesmo com dezenas de criaturas na tela ao mesmo tempo, o jogador não sofre com nenhum tipo de slowdown.
Os controles são ótimos e o jogador estará acostumado com os comandos em pouquíssimo tempo, graças a um tutorial de extrema eficiência apresentado no começo do jogo. Até mesmo a câmera, que costuma atrapalhar em jogos do gênero, colabora para que a experiência do jogador seja perfeita. Entretanto, vez ou outra a câmera ainda irá lhe causar algum transtorno. O jogo tem o típico clima japonês de jogos de videogame, com magias exageradas e chefes gigantescos. A trilha sonora, apesar de não agradar a todos, se encaixa com o que está acontecendo na tela. O jogo é tão agitado que alguns golpes de Bayonetta conseguem impressionar qualquer um. |
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Clash of the Titans |
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Conhecido no Brasil como Fúria de Titãs, a história do novo game da Namco Bandai segue o roteiro do filme lançado pela Warner Bros nos anos 80. No game, será contada a história de Perseu, o herói mítico grego. Além da história já conhecida do cinema, conforme o jogador evolui no game, novos episódios podem ser desbloqueados. No total, será preciso de cerca de 30 horas para se terminar 100% do jogo. Os inimigos serão muito variados. Segundo a produtora, serão mais de 100 monstros diferentes, entre centauros, ciclopes e outros personagens da mitologia grega. Ao todo estarão disponíveis 15 cenários diferentes de jogo, todos extremamente vastos e que darão liberdade total para o jogador explora-los. Para enfrentar todos esses perigos, Perseu terá à disposição mais de 80 armas customizáveis. Será possível, inclusive, roubar a arma do seus inimigos
e usa-las contra eles. |
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Dante´s Inferno |
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God of War é uma das franquias mais rentáveis dos últimos anos no mundo dos games, e como é de se esperar, produtoras rivais se apressaram em construir um game que tivesse um sistema parecido para aproveitar um pouco do grande público conquistado pela franquia da Sony. Dante´s Inferno chegou exatamente para isso, bater de frente com o temido fantasma de Esparta, que chega ao PS3 em Março. Com tudo que se espera ver em GOW III, Dante´s Inferno é uma excelente aventura, moldada com excelentes visuais, ação de primeira e, claro, brutalidade de sobra, para nenhum fã de Kratos botar defeito.
No inferno
Troque o Olimpo pelo inferno e poderá ter uma ideia do que é a aventura de Dante. Baseado em uma das três divisões da “Divina Comédia” obra de Dante Alighieri e narra a passagem do próprio personagem através das nove fases do inferno. Como arma, o personagem conta com uma foice roubada da própria morte, que Dante usa para retalhar os inimigos. O visual das fases é bem parecido com God of War, inclusive com o sistema da câmera parada atrás do personagem. Movimentação e golpes também remetem ao jogo do Fantasma Espartano, alguns são bem óbvios, como os movimentos evasivos e “rolagens” comandadas pelo analógico direito. Conforme se avança no jogo é possível ganhar novas habilidades, através das “Skill Trees” , ou “Árvores de Habilidades”, em que o jogador oferece as almas de inimigos coletadas durante as fases para “comprar” novos movimentos. |
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God of War III |
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Desde o lançamento do PS3, poucos games provocaram tanto barulho na imprensa quanto god of War 3. Essa ansiedade não é para menos, afinal, estamos falando de uma das franquias mais respeitadas de todos os tempos, que quebrou recordes de vendas desde que foi lançada no PS2 e que elevou os níveis de qualidade em jogos de ação a patamares nunca antes alcançados. Agora estreando em uma versão exclusiva para a alta resolução, o Deus da Guerra promete não deixar por menos e transformar a vida dos deuses do Olimpo em um verdadeiro inferno. Kratos tem sede de sangue, quem ousará ficar em seu caminho?
A caminho do Olimpo
A história de God of War III começará onde GOW II acabou, com Kratos voltando de Gaia a caminho do Monte Olimpo, para encarar de frente os deuses. Os eventos do título anterior serviram para reacender a antiga guerra entre deuses e titãs. Nada como batalhas épicas para o fim de uma trilogia não é?
Segundo a Sony Santa Monica, produtora do título, GOW III realmente terminará a série sem deixar pontas soltas na história. Apesar de o game ser um nome importante no mundo da Sony (o que significa que novos games deverão chegar), o formato de trilogia deverá mesmo se manter e a história de Kratos realmente terá um começo, meio e fim. Um lance muito legal por parte da Sony, que apesar de saber que poderá perder um grande filão terminando com a aventura de Kratos, se arrisca em contar a história por completo e terminá-la como programado. Para quem nunca jogou nenhum dos títulos (quase impossível) ou já terminou o segundo título há tanto tempo que não se lembra mais dos principais eventos, antes de começar a jogatina estará disponível um vídeo de introdução apresentado a história e quais foram os principais desenlaces até o momento. |
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